No Natal

No velho país com muitos sonhos por cumprir o Natal amanheceu cinzento, tinha chovido na noite. A noite fora calma por aqui. Por esse país pobre os cheiros das ausências de afeto e de tudo. A solidão dos cérebros inquietos. A camada leve de verniz cobre a desventura de sonhos antigos. Aqui trago guardados os meus passos para caminhar ao lado dos teus, das palavras que tenhas para mim nesse olhar brilhante.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *